Quando pensamos em LinkedIn a maioria já pensa: “aquela rede de procurar emprego”, mas não é bem assim, é a maior rede social para ser sua vitrine profissional e criar suas próprias oportunidades, seja de carreira ou de negócios.

Poucos imaginam que estamos falando de uma rede social profissional colaborativa com mais de 40 milhões de perfis brasileiros cadastrados. No mundo inteiro já são mais de 650 milhões de usuários.
+ 30 milhões de empresas cadastradas.
Está presente em + 20 países.

É uma rede “adolescente”, mas bem madura e que já sabe muito bem o que quer. Nasceu em 2003-2004 como banco de profissionais online para ajudar recrutadores e vem expandindo cada vez mais no sentido dos negócios H2H – “human to human”.

Principalmente a partir das aquisições do Pulse (ferramenta para publicar artigos) e do Lynda (que virou o e-learning do LinkedIn). O boom mesmo veio a partir da aquisição feita pela Microsoft, em meados de 2016.

Sempre explico para meus alunos de workshop e mentoria que essa é uma rede colaborativa para troca de experiências, conhecimentos e networking, serve tanto para ampliar sua rede de contatos como conhecer pessoas que podem ser peças-chave na sua vida profissional no futuro, além de fazer negócios.

Da mesma maneira que existe cada vez menos espaço para interrupção, que é a proposta dos banners na publicidade, e aquela propaganda sem agregar valor, o mesmo acontece na lógica do LinkedIn.

Acredito que aqui no LinkedIn a dinâmica é na base do marketing de conteúdo real.

O autor do livro Marketing de Permissão – #SethGodin – aborda muito bem esse tema. E @Rafael Rez tem um vídeo no YouTube que fala exatamente sobre isso de forma muito didática aqui.

Muitos me perguntam sobre a lógica do LinkedIn, pois acham muito diferente do Instagram e Facebook, por exemplo. E é.

Evite sair “planfletando” o que você e sua empresa faz, pois vai na contra-mão das tendências (e atualidades) que nos direciona para agir de forma colaborativa no trabalho e na vida.

Já vi posts inúmeros em que só havia o nome da empresa, o produto, site, e-mail e telefone. Não funciona, gente.

Quando descobri o real potencial dessa rede aqui (foi em 2018, durante um projeto de intraempreendedorismo que participei dentro da Coca-Cola Brasil, no Rio de Janeiro) e o quanto ela combinava com meu perfil de produção de conteúdo, de ler sobre aprendizados de outros profissionais, não tive dúvida de que essa é a rede certa para focar.

Por isso preparei abaixo os erros mais comuns e que podem prejudicar sua credibilidade e autoridade por aqui.

1. Achar que é um espaço para o seu currículo na internet.

LinkedIn é dinâmico, um espaço para troca de conhecimento e compartilhamento de conteúdo. Por isso seja ativo!

Eu ajudo meus clientes e mentorados a tirarem seu perfil no LinkedIn do modo currículo, para aproveitarem todo poder da rede a favor da sua carreira – seja como contratada(o) em uma empresa ou como empresário.

2. Não ter foto profissional

Use sempre uma imagem sua apenas, convidativa, simpática e profissional.

É uma das primeiras oportunidades de demonstrar confiança e competência, além de abertura para novos projetos.

Como escutei de um instrutor do próprio LinkedIn: “show your teeth” – mostre seus dentes!

3. Usar no título seu cargo ou formação acadêmica apenas.

Você é muito mais do que sua formação ou seu cargo!

Esse é um dos campos mais importantes para ser localizado dentro e fora do LinkedIn – são os princípios do otimização para mecanismo de busca.

4. Deixar a seção “Sobre” em branco.

Ela é espaço para contar mais sobre quem é você, e não usar apenas como o campo “objetivo” do currículo.

Você tem clareza sobre o que te levou a escolher essa profissão? Existe algo sobre você pessoa que tem impacto direto e positivo no seu perfil profissional? Conte para o mundo!

5. Não detalhar suas experiências profissionais.

Realizações, desafios e resultados são sempre muito bem-vindos e contribuem para a localização do seu perfil.

Use fotos, slides, vídeos, explore o máximo possível e ocupe os espaços disponíveis.

6. Usar linguagem coloquial ou cheia de abreviações.

Não é para falar “tecnês” ou usar linguagem rebuscada, difícil de entender, mas não vamos apelar e escrever como se estivéssemos no WhatsApp, combinado?

7. Erros de português.

Ok, você pode não ser professor(a) de gramática, mas erros de digitação ou de concordância pegam muito mal.

Revise sempre o texto do seu perfil ou peça ajuda para alguém de confiança com essa habilidade.

É claro que existem muitos outros, como não falar a verdade ou nevegar sem um objetivo definido. É isso que ensino em detalhes a partir da metodologia dos 5 P´s do LinkedIn de sucesso que criei e ensino nos meus workshops.

Se identificou com algum? Agora você já sabe o que NÃO deve fazer!

Mais importante do que saber é colocar em prática.

Você tem mais algum erro para adicionar nessa lista? Comente aqui e marque uma amiga(o) que precisa melhorar o perfil aqui no LinkedIn!

Me chamo Vivian Lopes, sou jornalista e empreendedora há mais de dez anos. Há cinco descobri minha paixão pelo marketing de conteúdo e pela inovação. Já trabalhei como relações públicas e coordenadora de comunicação por sete anos, para empresas de tecnologia, inovação e RH. Hoje ajudo líderes e especialistas a se posicionarem e produzirem conteúdo aqui no #LinkedIn, plataforma que sou fã de carteirinha. Vou adorar conhecer sua história. Se quiser conversar é só me enviar um e-mail vivian@vcontent.com.br .

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